segunda-feira, 7 de julho de 2008

Coisa Fútil nº 10::: Como falar a verdade sem fazer o Outro sofrer

Impossível, essa é a conclusão que cheguei. É impossível. A verdade machuca e corroí até as coisas mais bonitas que possam nascer de um relacionamento a dois.

Não querer machucar
Querer ser sincero
Não mentir

sintagmas da dor

Não sei se ele irá entender que o que eu não queria era mentir, que estava sendo sincero para não machucar ele depois.

A sobriedade me encanta, roça de leve meus lábios impedindo um beijo profundo. Sim, não sei quem sou. Ultimamente, cada dia sobre o outro, sobrepondo o eu, sobrepondo a mim, em todos os cantos, lugares e olhares. Não vejo quem sou, o que posso ser. Somente consigo ver a sombra [do passado] do que viria a ser [no futuro]. Não sei se o posso tomar, se os efeitos serão visíveis à outros. Não sei se me importo. Não sei se quero. Quando aqui estou, não sou eu [ou melhor] sou outro eu que insiste em nunca aceitar a mim mesmo. Em eterno 'rodopio' no caminho certo[?] pensando em mim como se outro fosse. Tenho medo do que ainda está ali [por vir] do que ainda me afaga [frio e insólito] na madrugada insone.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Coisa Fútil nº 9::: As multiplas faces do eu






Auhauhauh! Que loco! Nem sabia que tinha tantos traços parecidos... devem analisar até o fio da sobrancelha para tentar achar algo parecido! Mas, minha irmã, a muito tempo fã do Smallville já havia apontado algumas semelhanças bem leves entre eu e o Tom...
Auhauha, Sou o superboy... Logo eu que adoro o Lex Luthor!

domingo, 4 de maio de 2008

Coisa Fútil nº 8::: A porquinha de barro

Eis que umas das poucas heranças do último relacionamento que tive vieram a baixo: Uma porquinha de barro contendo R$ 17,65 . É o começo de um novo tempo.


quarta-feira, 9 de abril de 2008

Coisa Fútil nº 7::: Ah, se eu pudesse...

Não, afirmo desde já que não! Não quero e tampouco irei ficar reclamando, chorando e berrando... Vou fazer o seguinte: Primeiro falarei sobre coisas possíveis e, em seguida, falarei de coisas impossíveis. Não se trata de um Dicionário, mas a intenção é por aí...

Coisa possível, s.f. : Um possibilidade não é nada além de potência da ação, ou de seu uso direto. Uma possibilidade não é. Ex: Meu amigo é muito inteligente e acho bem provável que ele consiga terminar o trabalho. Essa "coisa possível" não existe per si, para si o em si. É uma potencia que geralmente se confirma, porém, sem garantias ou provas factuais que venham a acontecer.

Coisa impossível, s.f. : Uma impossibilidade nada mais é que a negação da potência da ação, ou do seu uso direto. Uma impossibilidade é. Ex: Meu amigo é muito inteligente mas, apesar disso, ele não conseguiu terminar o trabalho. Essa "coisa impossível" existe per si, para si e em si. É uma potencia já confirma por negação, porém, sem dúvidas de que possa ser alterada.

É bem possível que um dia eu consiga ficar rico. Ou talvez seja praticamente impossível de alcançar a grandeza através de trabalho "honesto". Mas ainda existe um ponto primordial que sempre fugimos em nossa corrida acadêmica: existe um criador?

Força criadora, s.f.: Algo que produz algo único, totalmente novo e sem igual ou correspondente, mesmo em parte no universo. Geralmente confundido com Deus, que em miúdos pode ser chamado de Alá, Javé, Jeová... Por uma opção de gênero[juntamente com uma postura política forte], o termo é feminino. O problema da existência de uma força criadora, consciente [afinal o Big Bang é uma forma inconsciente] e dotada de intencionalidade. É reconfortante a idéia de sua existência - certeza dela somente em um estado post mortem. Afinal, quase todas as religiões pregam um acerto de contas, um céu [com ou sem virgens] ou um tormento [nem que esse tormento seja a própria consciência da destruição eterna]. A postura de vida de uma pessoa acaba por ser moldada por dois eixos: a crença e a negação da existência dessa força. Se ela crê, inevitavelmente entrará, ainda que internamente, em choque com os preceitos de sua crença. Caso não, sempre será uma constante afirmação de negação de sua não existência, geralmente com afirmações de que não seria possível ao ser humano, com seu intelecto primitivo entender a essa força. Tirando os dois, digo-vos em toda verdade que essa foi a pior viagem que escrevi.

Claro que teve a do campo de melancias damascenas no sertão mineiro, mas isso já outra história.

Para os interessados no desenrolar da minha vida amorosa, sobrevivendo após a queda do muro de Berlin, esperando que eu ainda desabe como as Torres Gêmeas e que qualquer dia desses não agüente mais e incendei de raiva igual ao Ed. Joelma... E porquinha de barro, herança de uma época dsitante, foi morta com uma martelo na cola e continha, para fins de imposto de renda, uma quantia de R$ 17,65.










Tudo isto parece estranho e irreal
E eu não quero perder um só momento sem você
Meus ossos doem, minha pele está fria
E eu estou ficando tão cansado e tão velho

A raiva me corrói por dentro
E eu não vou sentir os pedaços e os cortes
Eu quero tanto abrir seus olhos
Por que eu preciso que você olhe nos meus






segunda-feira, 3 de março de 2008

Coisa Fútil nº 6::: A separação

Depois de uma longa experiencia de namoro - cerca de três anos - resolvemos morar juntos. Depois de menos de 3 meses, ele resolveu dar um tempo. Dar um tempo: separar por um período não determinado, com a finalidade de salvar a relação. É necessário abrir colchetes [algumas vezes, isso pode incluir: ter novas experiencias afetivas, sexuais e operárias]. Às vezes, algumas pessoas acabam achando que dar um tempo seja igual a terminar um relacionamento - faço parte deste time. Pensando friamente, dar um tempo só ocorre quando o relacionamento está ruim para uma das partes: não importa se você é parte mais responsável ou não, ou se você se desdobra para satisfazer seu parceiro - se você pede um tempo é o começo do fim. Porém, sei reconhecer as singularidades dos relacionamentos: às vezes dar um tempo não é nada mais do que um pedido de privacidade, a formação de um espaço independente da relação para reflexão sobre assuntos de fôro íntimo e privado - coisas sobre as quais não necessitamos de ajuda de terceiros, por mais que os amamos. Pode ser também um momento de reflexão individual sobre a relação do casal; dar um tempo pode ser a forma de criar um espaço-tempo neutro, onde o parceiro pode refletir o que deseja para a relação.
Mas é inegável que o ao se dar um tempo pode esquentar os ânimos e ate mesmo destruir um relacionamento duradouro. A parte que pede fica livre, e possivelmente, menos sofrerá caso o relacionamento termine. Quanto ao outro lado... Mas a vida segue... mesmo sem ele, mesmo sem você... E caso seja necessário lembre-se:
No caso de não estar acreditando no que está acontecendo:
Acredite é real e não podes/deves fazer nada para alterar isso. Qualquer tentativa de impedimento causará dor a curto e médio prazo.
No caso da fúria estar te consumindo:
Acredite, grite e esperneie, de preferência com a porta do quarto fechada... Pegue o retrato, encha os olhos com grampos, soqueie os ursinhos de pelúcia que tenha ganho, pule, grite, role... Só não fale mal do seu ex para ninguém durante uma semana. Assim, dará tempo a ti mesmo para refletir sobre o ocorrido.
No caso de estar barganhando com Deus:
Se Deus não ajudou antes, tampouco agora irá interferir. Quem sabe se isso já não é um movimento dele, ein? Talvez o problema seja também a que Deus você está pedindo... Sei lah, se trabalhos de macumba dessem certos, só teríamos milionários no Brasil...
No caso de estar deprimido, chorando pitangas no canto de um quarto escuro numa noite chuvosa:
Fique onde está até amanhecer. Todo dolorido, terás pouco tempo para pensar no relacionamento perdido

Lembre-se, ao final, sempre há a aceitação. De um tempo a você mesmo: curta, saia e ria muito... Quem sabe não seja isso que falta para que sejas uma pessoa mais completa?






domingo, 27 de janeiro de 2008

Coisa Fútil nº 5::: Planejando o futuro

Vida de casado. O quê muda? Bem, para começar a principal mudança que percebo é em relação a comida. A vida de solteiro é geralmente mais solitária - você come um cachorro-quente e está alimentado. Já casado, tive que passar a me importar muito mais com o que devo alimentar o meu amado. É difícil pensar por dois. Perguntas como "o que vamos comer?" ou "você prefere o que?" se tornam corriqueiras e as principais respostas também - "tanto faz", "qualquer coisa", "cebola não!" "sopa de novo?"... Mas outro ponto gira em torno de valores: como não pensar no futuro? Economizar, poupar, vegetar... não sair em festas caras. Achar caro qualquer mercadoria que custe mais que cinco reais e, principalmente, sempre perguntar "onde está o troco?". Pensar em abrir um negócio junto com o parceiro, um cantinho onde a vida a dois se una também no financeiro.
Outro ponto é nos pequenos detalhes, pequenos gestos, pequenas manias que passam a ser percebidas no companheiro: o jeito que ele lhe afaga quando bebe um copo de cerveja, a maneira com que sua perna fica aberta na cama, o mal-humor matinal, as frases para dormir... coisas que somente no campo da percepção geram um efeito. Perguntar como um pai se ele escovou os dentes ou se passou o creme anti-acne. Conversar sobre as decisões que ele tomará no emprego. Coisas que causam um reboliço na vida de um mestrando.
Perceber que talvez nunca tenha valorizado bem os atributos que ele possui e tentar inserir ele nos mais diversos campos de sua vida. Vida de casado é planejar o futuro. É entrar na fila de adoção, para que daqui a uns cinco anos possamos adotar um pimpolhinh@. É ter uma reserva para emergência. É pensar que tudo o que preciso é planejar junto o que iremos fazer.
Talvez a parte mais cruel de planejar seja a de por em prática o planejado. Corta tudo. Economizar. Confesso que ter uma poquinha de barro para por as moedas de 0,50 e 1,00 foi uma boa idéia. Pena que custou cinco reais. É por sua conta bancária em ordem, é não comprar no cartão, nada - somente à vista.
Morar juntos, gasto em dobro. Ao menos tento não pensar muito sobre isso. Mas é super gratificante acordar e ver o rosto querido no travesseiro ao lado. Comprar móveis - só se forem usados e de baixo preço. E mais adiante também. Agora temos que poupar.
Planejar envolve sair do aluguel - como nem sei. Mas planejar o futuro é planejar junto, somente juntos se consegue concretizar. Se os dois não cooperam, não se consegue nada.

Coisa Fútil nº 4::: Se o pc não ligar...

Certo dia, meu colega de quarto voltou do serviço e o pc dele não ligava: - "Joubeeeeeert ! Poderia dar um pulinho aqui" e lá estava eu. O monitor estava ligado mas o pc ligava e não acontecia nada. Por passo, o que eu fiz foi:
1º - Verifiquei os cabos, pois algo poderia estar desconectado [teclado, monitor, cabo de energia, etc.]
2º - Desconectei o cabo de rede [nunca se sabe...]
3º - Liguei ele e percebi que: não apitou, logo dificilmente seria memoria ram. Continuou sem dar final de vida. Ao tentar desligar apertando o botão "power" percebi que não o estava fazendo. Reiniciei e em seguida apertei o dito botão.
4º - Retirei os cabos de energia e abri o gabinete. Aparentemente tudo normal. Havíamos feito uma limpeza cerca de uns dois meses atrás. Pouca poeira lá dentro.
Tive que pensar rápido: método japonês, americano ou russo? No método americano, se desconecta os cabos mais obvios, como os cabos flat dos hds e outros device, e vai usando na tentativa e erro. Fiquei bem tentado, visto que meu colega tinha uma certa urgência a tentar o método russo. Mas por mais que funcione, acredito que ele estranharia eu estar batendo com uma chave de fenda na placa-mãe dele. Logo só sobrou o japonês.
5º - Apliquei o famoso método japonês de correção de erro. Desconectei todos os possíveis cabos, junções, memórias, conectores. Em seguida reconectei tudo. Claro, não deixei de incluir meu colega no processo, solicitando que passasse uma borracha branca nas memos para retirar alguma possível pequena oxidação...
6º - Voilá... eis que o pequeno liga. Para desencargo de consciência, baixo um fiz do banker e do nimda e deixo passando em "modo de segurança", que entrei apertando F8 na inicialização. passados 35 minutos, tudo funcionava perfeitamente. E o que custou? Um pacotinho de Bono de sabor morango.

Coisa Fútil nº 3::: Dicas para entrevistas e transcrição de áudio

Não que importe, mas transcrever áudio é um saco. Tenho quase 50 horas de transcrição e posso afirmar que o pior da transcrição é ver que pequenos detalhes poderiam melhorar muitíssimo a qualidade da entrevista.
Pensando nas entrevistas que transcrevi posso afirmar que:

* O entrevistador falar demais é um saco: castra o entrevistado e torna a entrevista maçante.
* Pergunta idiota, tolerância zero: nada pior que uma pergunta inteligente, extremamente formulada que obriga o entrevistado somente a dizer "É..."
* Local de entrevista não pode ser lanchonete: apesar de saber que o entrevistado não deva ser retirado do seu espaço, entrevistas em lanchonetes, corredores, salas de aulas ou associações onde o fluxo de pessoas seja intenso e ocorra um exagero de ruídos.
* Entrevistador estrela, entrevistado acuado, entrevista inútil: as melhores entrevistas que transcrevi o entrevistado era o foco principal, o entrevistador falava muito pouco e o principal - o aparelho gravador estava muito mais próximo do entrevistado.
* Entrevistas curtas, tempo controlado e a resposta ideal: Delimitar um tempo mínimo de entrevista é essencial, pois facilmente se cai no risco de falar de coisas que não interessam ao entrevistador. Cerca de 40 minutos é o tempo ideal de uma entrevista que tenha o objetivo básico de saber a opnião de alguem sobre um assunto. Mais que isso é uma entrevista mal-feita(claro, isso não é uma verdade absoluta).
* Tem que ter seriedade: apesar de a entrevista poder ter um clima descontraído, o entrevistador deve podar-se de piadinhas ou mesmo comentário alheios a entrevista.
* Evitar colocar palavras na boca do entrevistado: com a desculpa de resaltar o que foi dito pelo entrevistado, muitos entrevistadores resumem o que foi dito em uma fala de dois minutos em uma oração, geralmente binária, do tipo "sim ou não".
* Decidir bem o que se deseja da entrevista: Fazer um roteiro com os temas, ou mesmo com as perguntas a serem respondidas é o melhor caminho para que a entrevista não caia no limbo do silêncio.
* Transcrever requer um eixo que se compõem de: fidelidade, sigilo e reconhecimento. Para o transcrevente poder pegar seu trabalho, peça recomendações. Confira a opnião de quem já realizou trabalho com ele. De uma entrevista pequena, de baixa relevância e pague pela transcrição. Não contente-se com pouco, sugira mudança e, principalmente, acorde bem o formato da transcrição.
* Só peça a transcrição do registro coloquial [marcas de oralidade, registro fonético coloquial] caso seja realmetne interessante ao seu trabalho. Geralmente, o texto fica melhor de ser analizado se estiver dentro da norma padrão. Realmente fára diferença para o leitor do seu texto se em uma transcrição conter "tava" no lugar de "estava"?
* Transcrição é um processo demorado: cerca de 1/4. Para cada hora gravada, serão necessárias, no mínimo 4 horas para uma boa transcrição.
* Não apresse o transcrevente: Dê um tempo considerável para que possa realizar o trabalho sem pressão. Isso evita pressa e possibilita um trabalho melhor.
* Não faça entrevista em grupo. Por mais interessante que possa ser, um grupo maior que 2 entrevistados gera muita interferência. Conversas paralelas, baixa captação de voz, intimidação pela presença de outra pessoa na entrevista.
* Sempre acorde antes com a pessoa como será a entrevista e começe gravando uma fala onde conste: o dia, hora, local, entrevistado, assunto e uso. Isso possibilita evitar mal entendido sobre o uso do contúdo das entrevistas. Não esqueça de encerrar a entrevista agradecendo o entrevistado e reportando a hora de encerramento.
* Entrevista que envolvam temas delicados como violência, passado criminal ou acepções políticas é de bom tom que se envie uma cópia da transcrição para o entrevistado. Porém, ao fazer isso deve-se ter em mente que ele poderá vetar trecho que julgue ofensivo e que não queira associado ao seu nome.
* Pague bem o profissional pelas transcrições: caso o material envolva entrevistas com pessoas de fala clara, de bom dóminio da norma culta, pode-se negociar um preço acessível. Caso seja composta de entrevistas com campesinos, moradores de ruas, rappers e pessoas cujo registro possa dificultar a transcrição, aceite o valor recomendado e se for acessivel, dê uma gratificação extra no pagamento. Sei que é complicado falar de dinheiro, mas uma entrevista com somente um entrevistado "culto" custará cerca de R$ 1,00 o minuto transcrito. Geralmente, se adiciona um percentual de 20% quando aumenta o número de entrevistados ou de 30% com a alteração de registro fonético.
* Selecione entrevistas que lhe serão úteis. Em alguns casos, apenas parte do conteúdo lhe será útil, logo não se torna necessário pagar para transcrever todo o conteúdo.

Não espere muito. A transcrição é só o fruto de seu trabalho como entrevistador.

Coisa fútil nº 2::: Erro na instalação do Windows XP

Caso você tenha instalado o Windows XP e, de repente, resolva formartar o bichinho preste atenção. Um erro comum que acontece é o da partição ficar danificada. O como e o porquê não vem ao caso: você inserre o cd de instalação, o processo começa e vai bem... até o momento em que começa a dar um erro do tipo: não foi possivel copiar o arquivo x... A coisa mais sensata é pensar que é um erro do cd de instalação. Nem sempre. Em três pc's que formatei nessa semana, foi necessário mexer nas particões para poder continuar instalando o xp. O interessante é que, ao colocar o mesmo disco em outro pc, o xp considerava as particões com erros. Sabendo isso, excluía as particões e deixa o disco vazio, ou ao menos um espaço não particionado ea nova instalção criava uma partição NTFS. Funcionou nos três...
Isso aconteceu no meu também quando fiquei tentado a atualizar para o Vista. mesmo processo. Vale resaltar que as instalações pré-existentes não foram feitas por mim, tampouco pelas mesmas pessoas.
Logo se surgir algo do tipo, não esqueçam de prestar um pouco de atenção: pensar que o problema é mais complicado que um simples cd, costuma dar certo.

Coisa fútil nº 1::: A maldade do amor

Tristão da Silva

Contraste

Depois que você foi embora
eu passei a viver desolado
minha vida tem sido agora
um contraste do nosso passado.

Mesmo assim, apesar dos pesares
de você eu não guardo rancor
toda a causa dos meus dissabores
eu só culpo a maldade do amor.

O amor faz a gente sorrir
o amor faz a gente chorar
o amor faz a gente mentir
e também faz a gente pecar.

Hoje vivo a vagar pelas ruas
procurando esquecer minha dor
mas ao ver um casal se abraçando
é que eu sinto a maldade do amor.